
NR-1 · Riscos Psicossociais
Durante décadas, segurança do trabalho foi sinônimo de equipamento, ruído e acidente. Isso mudou. Com a atualização da NR-1, as empresas passaram a ter o dever de identificar e gerenciar também os riscos psicossociais — e muita empresa ainda não percebeu o tamanho dessa mudança.
São os fatores do ambiente de trabalho que afetam a saúde mental e emocional das pessoas: sobrecarga, metas abusivas, assédio moral, jornadas exaustivas, falta de clareza de funções, clima organizacional adoecido. Antes tratados como “problema de gestão”, agora são risco ocupacional — e, como tal, precisam ser gerenciados.

A norma trouxe o conceito de gerenciamento de riscos ocupacionais (GRO) com o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos), e os riscos psicossociais entraram nesse radar. Na prática, a empresa precisa:
Dois motivos. Primeiro, a fiscalização: o não cumprimento pode gerar autuação. Segundo — e mais caro —, o tema dá um novo e forte fundamento a ações trabalhistas (adoecimento, assédio, danos morais). Uma empresa que não se organiza fica exposta nas duas frentes.
E há um ponto que poucos conectam: clima organizacional ruim nasce da cultura da empresa. A NR-1 empurra uma mudança de paradigma — tratar cultura e clima como parte da gestão de riscos, não como “detalhe”.
O caminho é o mesmo de qualquer risco: primeiro enxergar, depois corrigir. Um diagnóstico mostra onde a empresa está em relação à NR-1 e aos fatores psicossociais, e o que precisa ser ajustado.
O Diagnóstico tem uma dimensão dedicada aos riscos psicossociais e aponta onde você está exposto.
Fazer o diagnóstico