
Jornada de Trabalho
Horas extras e jornada estão, ano após ano, entre os campeões de reclamação trabalhista. E quase sempre o motivo é o mesmo: a empresa até paga certo, mas não controla nem documenta do jeito que a lei exige — e, sem prova, perde.
Porque o ônus de provar a jornada costuma recair sobre a empresa. Se não há um controle de ponto válido, prevalece, muitas vezes, a jornada alegada pelo empregado. Resultado: horas extras que poderiam ter sido evitadas viram condenação.

O banco de horas é uma ferramenta legítima e flexível — desde que feito do jeito certo: com acordo (individual, coletivo ou convenção, conforme o caso) e compensação dentro do prazo legal. Fora disso, as horas viram extras devidas, com adicional.
A regra de ouro: ter um controle de ponto confiável, pagar corretamente as extras e seus reflexos, e manter o banco de horas dentro das regras e dos prazos. Mas, para corrigir, é preciso primeiro saber onde estão as falhas.
O Diagnóstico avalia a dimensão de jornada e aponta os pontos de risco da sua empresa.
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